música: Stab. Stab. Stab.
disco: Mute Print
Ótimo, esse novo disco do Motion City Soundtrack, My Dinosaur Life. Baixa aí e depois me diz.
Pulp fiction
Agora que bateu na trave minha entrada na psicologia, me peguei lembrando algumas frases marcantes que ouvi enquanto fazia os três cursos que abandonei.
Eis elas.
curso: CIÊNCIAS SOCIAIS (2003-2004)
"Faz o que, hem?"
minha madrinha
"Se tu for presidente, não vai privatizar nossa sinuca"
pessoal da sinuca
"Serviço Social?"
público em geral
curso: LETRAS INGLÊS (2007-2007)
"Por isso te digo: acaba teu curso de inglês, que jornalista é tudo lascado"
Marília para mim, numa sala de jornalismo
"Nesse semestre vamos estudar a linguagem em Fucô"
professô
curso: COMUNICAÇÃO SOCIAL (2005-2008)
"Quando tu receber o dinheiro do estágio vai dar pra me trazer um Corneto?"
meu irmão
De 700 candidatos, fiquei em 35º. Mas só eram 25 vagas :-(
Biologia foi massa, mas a química quebrou minhas cambitas.
Bola pra frente.
Caros, estou estreando o Index. É sobre ateísmo, religião e correlatos.
Com isso, este Razbliuto vai ser cada vez mais e apenas um blog bem pessoal, com uma musiquinha postada aqui, daquelas que ninguém toca, mas que me são bastante úteis quando estou em PC sem tocador de MP3 ou sem MP3 do meu gosto (ou seja, todos os computadores que não o meu); e uma croniquinha pessoal soltada acolá, daquelas bestas, pra diversão da meninada.
Vamos aqui, por enquanto: index.opsblog.org
Tuita que eu gosto.
Ela era solteira e morava em um daqueles apartamentos chiques que são sucesso entre os muitos novos ricos chineses. Talvez fosse artista, ou secretária de uma multinacional. Ou, minha aposta, trabalhasse no mundo fashion, embora não como modelo, pois tinha o corpo cheio o suficiente para ser rifada das passarelas. Seria estilista.
Estava deitada de barriga pra cima em sua cama enorme, com todas as luzes do quarto acesas. Assistia um show de música pop em um telão. Apoiava a cabeça em uma almofadona e as pernas em uma almofadinha, na altura dos joelhos. Não sei o que eu fazia ali, só sei que não fui convidado. De qualquer forma, me deitei ao seu lado. Enquanto ela se deleitava com o show, eu me deleitava com ela, que não parecia ter me notado.
Me notou de repente. Virou a cara, ficou pensativa e tensa. Depois relaxou um pouco. Recolheu as pernas e, com seus pezinhos de chinesa, meteu uma trivela na almofadinha, que voou por cima de mim para longe. Então falou, com olhos úmidos e voz meiga:
- 德哦乌, 艾丝饿 克乌伊艾丝饿艾和

George Dunlop Leslie, Alice in Wonderland (1879)

Pieter Janssens Elinga, Mulher lendo (1660)

Joshua Reynolds, Theophila Palmer lendo Clarissa Harlowe (1771)

Jean-Baptiste Greuze, Dama lendo as cartas de Heloise e Abelard (1780)

Carl Larsson, Minha filha mais velha, Suzanne, com leite e livro (1904)

Marie Spartali Stillman, Sonetos de amor (1894)

Fraçois Martin-Kavel, Mulher lendo (1900)
[ via ]

Sherlock Holmes : The Complete Novels and Stories
Sir Arthur Conan Doyle
(2 volumes, 2.032 páginas)
No sistema de administração do Amálgama, eu tenho acesso às mensagens que os leitores mandam uns pros outros, quando encaminham posts (aquele link "Envie para um amigo" sob cada título). Só costumo acessar a página pra recolher estatísticas, mas não pude deixar de notar o conteúdo da mensagem abaixo. Vai de print, apenas com os e-mails e IPs do remetente e receptor apagados. O cara escreveu isso quando encaminhou pra um amigo o post do Victor Barone, sobre os muros que ainda nos envergonham, entre os quais o de Israel na Cisjordânia. O comentário nem nega que haja maus tratos contra palestinos, mas..., ou melhor, porém...


