Edição do autor,
2ª tiragem, março de 2010
Ponto Quarenta - A Polícia Civil de São Paulo para Leigos
por Roger Franchini
Nº de páginas: 150
Dimensão: 10,5cm x 19,0cm
Capa: Papel supremo 250grs, 4 cores
Miolo: Papel sulfite 75grs, 1 cor
Peso: 150g
Preço promocional de pré-venda: R$ 15,30 (mais o frete de R$ 4,60. Postagem a partir de 15/03/2010)
Vital, investigador da polícia civil de São Paulo, em meio a rotina de descaso do Estado com os órgãos de segurança pública, aos poucos viu-se envolvido em uma complexa trama de corrupção comandada pela alta cúpula do governo. O que lhe restaria? Um livro vibrante do início ao fim, com o desfecho que todo policial honesto sonha ver um dia.
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Ponto Quarenta
Novembro 16, 2009 por interaubis
Quando o livro chegou em casa via correio confesso que fiquei um pouco decepcionado: a edição pequena, fininha, não inspirava muita confiança. Apesar do pequeno livro não parar fisicamente em pé percebi após algumas páginas que não iria me decepcionar com o livro de estréia de Roger Franchini.
Ancorado em sua experiência como investigador da Polícia Civil de São Paulo Roger desenvolve uma narrativa ágil e bem amarrada misturando corrupção policial e poder público para ao fim, em uma grande catarse, realizar a justiça que faz falta no mundo real.
O principal mérito do livro de Franchini é fazer bom uso do imaginário brasileiro sobre a corrupção generalizada no serviço público aproveitando esse background para desenvolver uma ótima narrativa policial. Filiando-se sem medo à tradição literária de Rubem Fonseca, Roger atualiza com sua própria experiência o mundo cão policial brasileiro dentro da literatura.
Se você curte literatura policial fica essa dica do "Ponto Quarenta", um ótimo livro contemporâneo e um belo representante da mais genuína tradição policial brazuca.
Se você gosta de literatura, de romance policial ou de uma ótima história este livro é pra você.
Por Sérgio Lima, em Sérgio Blog 2.4, em 13.03.2009.
Começo pelo veredicto... as pequenas histórias aparentemente fechadas em si, mas que se ligam costurando a história do Vital - a personagem principal do livro - são fortes, humanas, midiáticas, impactantes... Enfim tornam o livro viciante, "inlargável" até que se chegue ao fim!
Ponto Quarenta é um romance sobre o universo policial, o universo masculino, literatura... e sobre uma São Paulo "fictícia" :-) Tem histórias para todos os gostos: papo cabeça, tiros, mundo cão, sexo, "policia", etc!
Escrevendo agora, ainda sob o torpor da leitura, diria que o romance daria uma ótima série policial! Onde cada história seria um episódio, fechando no penúltimo capítulo! Ainda que, pessoalmente, eu tenha torcido por um final alternativo para o Vital. O capítulo - O velho - com seu "papo cabeça" sob romances policiais foi meu preferido! Seguido do - Ponto 40 - que tem uma das melhores narrativas do livro, aquilo que faz qualquer pessoa mais desatenta se apaixonar por literatura.
Resumindo, se você gosta de literatura, de romance policial ou de uma ótima história este livro é pra você. E de bônus ainda tem aquele mistério sobre quais partes do romance tangenciam a realidade, se bem que, como disse "o velho", no livro:
"A Literatura não é a vida real, meu caro rapaz, como você deseja (...)A Literatura discute a vida com outra verdade, com outra ferramenta."
Eu recomendo que vocês leiam a história de Vital, contada no Ponto Quarenta (uma arma de respeito).
por Joaninha, em Lady Bug Brazil, em 05/03/2009.
Eu já falei do livro, o primeiro, do Roger Franchini, em dois achados na web. Não basta. Nunca bastará. O livrinho em formato de bolso é um romance policial de primeira linha. Pura ficção baseada na realidade da Polícia Civil da maior cidade brasileira. A mistura de sexo, crime, corrupção e luta me cativou logo no primeiro capítulo, lido na web.
Se você curte um romance policial "do bom", vai se divertir. E depois que ler, eu vou te fazer um convite: vamos conversar sobre segurança pública? Este assunto tem gosto de ecologia: precisa ser falado, discutido, contado, debatido, colocado na agenda.
Peço licença para um prefácio não autorizado
por Andrei Panzerkampfwagen, em 07/02/2009.
O escritor deste livro é o investigador de polícia mais culto que conheci em toda minha vida. Pessoa sensata e que conhece sua época, escrevendo de uma maneira moderna que eu, formado em letras e pregado ao academicismo das Grandes Obras, não entendia de início, mas que em uma análise minuciosa compreendi que as críticas sobre a polícia contidas em seu livro vão muito além do denuncismo à Caco Barcellos.
Roger conhece com toda propriedade a matéria que aborda em seu livro porque foi investigador, e não relata experiências "em terceira pessoa" , como fazem os jornalistas brasileiros, hoje tidos pelos "sábios" leitores de porcarias como a VEJA como sendo a classe do "Santo Graal da literatura contemporânea".
Quem é antigo de comunidade e não para-quedista que ainda acha que eu sou "ganso", deve se lembrar do episódio onde o autor do livro foi há algum tempo injustiçado pela hipócrita cúpula da Polícia Civil que tentou de todas as formas puni-lo por ter sido habilmente irônico, a ponto de deixar Sócrates corado de vergonha, ao escrever em um jornal de grande circulação um comentário pessoal onde critica o artigo escrito no mesmo jornal pelo apresentador Luciano Hulck onde este lamenta o roubo de seu relógio importado. Em suma, a crítica dele recaiu sobre a forma contraditória com a qual o apresentador reclama a perda do bem fútil e de luxo num país onde o policial não vive: sobrevive; onde o sonho do povo é consumir 2500 Kcal. Foi por isso massacrado pela corregedoria, que não reconhece a liberdade de expressão e costumeiramente "coa o mosquito e engole o camelo".
Quebrei a cara!
Por CATHALÁ - Blog da Segurança Pública, em 26/02/2009
A leitura de Ponto Quarenta, além de fácil e agradável, prende a atenção na trama principal, intercalada por causos da polícia paulista, contados com uma precisão e riqueza de detalhes que só alguém que viveu intensamente a carreira policial poderia retratar. Tudo é pura ficção, claro. Trata-se de um romance policial.
Apesar do subtítulo "a Polícia Civil de São Paulo para leigos" Ponto Quarenta é uma excelente obra também para quem já foi ou é policial. Não por contar fatos inéditos, já que todos os casos ali narrados fazem parte do cotidiano de muitos policiais país afora. Mas, justamente, por abordar a violência e corrupção na polícia sob uma ótica nunca dantes registrada: a de um ex-policial que não se adaptou à corrupção, à violência e ao jeitinho.

comentários
Roger, que bom que você ainda se lembra o sofrimento do policial honesto. Abraços, cara.
Rodrigo.Franca/SP.
Por Rodrigo Rocha | 20/fev/2010 15:53
Caro escritor e ex colega, adorei o primeiro capítulo de seu livro, tomara que o restante da obra acompanhe o começo supreendente. Boa Sorte.
Por Silas | 15/fev/2010 23:26
Li o primeiro capitúlo e achei muito bom, desde já virei seu fã. Acabei de fazer a compra, gostaria muito do seu autógrafo nele, e já vou ficar na espectativa de um próximo livro.
Obrigado!!!
Por Daniel Francelino | 14/nov/2009 15:23
poxa você devia tentar conversar com a saraiva ou alguma livraria pra tentar vender seu livro, pelo que li no primeiro capítulo é otimo, e venderia MUITO mais, parabéns.
Por Felipe | 14/jun/2009 14:10
oi, cara.
o livro parece bem interessante. tb acabei de publicar meu primeiro livro, MÃO BRANCA, que conta as ações de um "matador de bandidos" em Brasília.
bem, proponho um escambo. que tal.
Por giovani iemini | 08/abr/2009 14:36
parabéns o teu livro é excelente!!!!!!!!!
Por wagner | 28/mar/2009 17:53
Olá,
Tem como comprar por boleto bancário? O site do pag seguro não abre aqui em casa, onde a internet é a lenha ainda......hehehe... se tiver como mandar ou uma conta para depósito ou mesmo o boleto para o email, agradeço!
Obrigado!
Por Victor Oliveira | 26/fev/2009 23:15
Meu irmão!!!
O primeiro capítulo do teu livro é DEMAIS.
A descrição dos DELPOLs, então!!!
Cabe em qualquer estado da Federação mas entre o RJ e SP fic mais evidente.
Brother, dizer o quê?
Deus te abençoe!
E se você resolver ENTRAR no ramo editorial me avisa que eu mando minhas "visões" sobre a PCERJ e viro teu "funcionário". (Heheheheh..)
Força e Honra!
Por Inspetor Figueiredo | 15/fev/2009 09:57
Acabei de fechar a compra. Não esqueça daquele nosso autógrafo meu camarada!
Um abraço.
Por Arthurius Maximus | 14/fev/2009 16:19
Cultcoolfreak, tirando o nome é um dos melhores blogues policiais que conheço.
Foi um dos primeiros que descobri e cheguei até a escrever sobre como os blogues proliciais destruiram o meu preconceito que achava, tolamente, que todo policial era bronco e inculto.
A julgar pelo estilo e vigor do texto do blogue o livro tem tudo pra ser ótimo...
Sim, já comprei o meu! Seria "emo" demais pedir autógrafo :-)
Sucesso e vamos divulgar!
Por Sérgio Lima | 14/fev/2009 09:12
Já disse que odeio este captcha do MT? Odeio.
Parabéns, Roger! Já comprei o meu exemplar e faço questão de autógrafo.
Sabe que uma das coisas que estava pensando no fim do ano passado é que a gente tem que discutir mais, muito mais, as questões de segurança pública?
Teu livro vem bem a calhar.
abração e sucesso.
Por Lucia Freitas | 12/fev/2009 03:38
Adorei o primeiro capítulo do livro e por isso comprei.Parabéns Roger Franchini pela obra!!Espero que vc possa mandar o meu livro autografado.
Por Carlos Leonardo | 11/fev/2009 23:25
Parabéns pelo livro, comprei o meu hoje, em quanto tempo demora pra vir?
Estou esperando a segunda fase do concurso de investigador, e acho que o livro vai ser importantepra mim!se puder autografar...obrigado
Por Fabrizio Silano | 10/fev/2009 13:25
Tchê, parabéns pela importante obra, certamente vou gostar de ler sobre os colegas da PC paulista.
Fraternal "quebra-costelas" aqui do Rio Grande de todos os gaúchos!
Por Ten Bayerle - PM/RS | 09/fev/2009 18:49
Isso mesmo. Dedique o meu "Ao Mirante Nelson", e depois a gente troca os exemplares. Incognitamente, é claro.
Por Branco Leone | 08/fev/2009 10:31
Vamos primeiro às piadinhas óbvias: parabellum pra você, e uma salva de tiros.
Agora, sério: excelente. Fico contente agora e ficarei mais ainda quando receber meu exemplar autografado. Para evitar indícios comprobatórios de cumplicidade, pode colocar meu nome na dedicatória como Branco Leone, OK?
Compro asap. Só esperando o salário. Abraço.
Por Nelson Moraes | 07/fev/2009 21:16
Comprarei com certeza, desejo sucesso.....
Por Junior | 07/fev/2009 12:20
Ae demorou! Parabéns Roger!
Estou lendo Sete de Paus,do Mario Prata,recomendo.
Um abraço!
Por Lauro | 07/fev/2009 09:00
Ufaaaa.....até que enfim heim saiu o tão esperado...parabéns pelo livro...e já tô pedindo o meu...
Por Otávio Bortolin | 07/fev/2009 08:59